cansada
com os pés doendo
com o corpo latejando
enfim só
minha unica companhia é um roedor
um rato que insiste em esconder-se embaixo do sofá
escuto apenás o barulho de meus dedos no teclado
o alarme da casa vizinha me irrita
meus pés estão inchados
olho no espelho mas não vejo nada
vou para a minha cama
ficar me debatendo por um longo periodo
o corpo candaso,
mas a mente a mil
na cama
antes de conseguir dormir
passar-se-a em minha cabeça muitas coisas
dificilmente coisas boas
como é terrivel a natureza humana
sempre deixando-se levar por seu demonios internos
como o povão gosta de ver a desgraça alheia
sangue
o homem é sedento de sangue
sempre procurando uma desgraça
sempre tentando entender tudo
sem mesmo querer sabar tudo
amoral
fora dos costumes
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
nem sei
procurando o que procurar
sem ter o que amar
sem poder te beijar
ando distraida
as ruas parecem iguais
os bares são sempre monótonos
com sua cerveja quente
sinto vontade de te abraçar
sinto vontade do seu gosto
sinto vontade de num sentir vontade
tenho vontade de você
os presentes não estão presentes
a dor de ficar sozinha tendo muitos ao meu redor,
sem ter ninguém para ficar,
não podendo confiar
tudo o que leio parece igual
nada tem graça
os remédios não fazem mais efeito.
sinto vontade de sentir sua pele junto a minha
vou mergulhar na minha imperfeição
vou me afogar em minhas magoas
vou disfarçar a dor
vou fingir que está tudo bem
sem ter o que amar
sem poder te beijar
ando distraida
as ruas parecem iguais
os bares são sempre monótonos
com sua cerveja quente
sinto vontade de te abraçar
sinto vontade do seu gosto
sinto vontade de num sentir vontade
tenho vontade de você
os presentes não estão presentes
a dor de ficar sozinha tendo muitos ao meu redor,
sem ter ninguém para ficar,
não podendo confiar
tudo o que leio parece igual
nada tem graça
os remédios não fazem mais efeito.
sinto vontade de sentir sua pele junto a minha
vou mergulhar na minha imperfeição
vou me afogar em minhas magoas
vou disfarçar a dor
vou fingir que está tudo bem
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
TPM
cansada de todo e de todos
não sinto medo de perder
não sinto dor
cansada do velho papo
cansada das mesmas coisa
com raiva de você.
com ódio de tudo
cansei de você
cansei de reclamações
sinto-me aliviada,
ninguém pode provar nada
sua existência não prova nada
minha raiva
de você
com coração queimando de ódio,
escrevo esses versos
pra lembrar de te esquecer
você não fará mas parte de mim
não terá mais nada de mim
cansei de tudo
não se preoculpe
vou achar alguém muito melhor que você
não vou me sentir mal
e você?
você poderia ter aproveitado sua chance
mas em vez disso
jogou fora tudo,
não se importou com nada.
eu supero rápido,
e você?
não adianta vir montado em seu cavalo branco.
isso não impreciona mais.
to cansada de tudo
tenho a tarde inteira para mim,
o alcoól toma conta de mim
os bares tomam o meu dinheiro.
e você...fica chorando...
suas lagrima não me comovem...
não se preoculpe... vou achar alguém melhor do que você...
não derramarei uma lágrima por você..
não sinto medo de perder
não sinto dor
cansada do velho papo
cansada das mesmas coisa
com raiva de você.
com ódio de tudo
cansei de você
cansei de reclamações
sinto-me aliviada,
ninguém pode provar nada
sua existência não prova nada
minha raiva
de você
com coração queimando de ódio,
escrevo esses versos
pra lembrar de te esquecer
você não fará mas parte de mim
não terá mais nada de mim
cansei de tudo
não se preoculpe
vou achar alguém muito melhor que você
não vou me sentir mal
e você?
você poderia ter aproveitado sua chance
mas em vez disso
jogou fora tudo,
não se importou com nada.
eu supero rápido,
e você?
não adianta vir montado em seu cavalo branco.
isso não impreciona mais.
to cansada de tudo
tenho a tarde inteira para mim,
o alcoól toma conta de mim
os bares tomam o meu dinheiro.
e você...fica chorando...
suas lagrima não me comovem...
não se preoculpe... vou achar alguém melhor do que você...
não derramarei uma lágrima por você..
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
vida miseravel
vida que se faz sem querer
vida que vai sem saber
vida construida de ilusões
vida sem saber de vida
morte que se morre a cada momento
morte que se morre sem saber
sem querer
sem doer
ilusão mal criada
indignação mal tratada
dor
vida que se morre sem ter
morte que se vive por prazer
insanidade
demencia
indecesnsia
a vida da morte não morrida
a vida da morte não sofrida
a morte da miseria
morte miseravel
vida insuportavel.
vida que vai sem saber
vida construida de ilusões
vida sem saber de vida
morte que se morre a cada momento
morte que se morre sem saber
sem querer
sem doer
ilusão mal criada
indignação mal tratada
dor
vida que se morre sem ter
morte que se vive por prazer
insanidade
demencia
indecesnsia
a vida da morte não morrida
a vida da morte não sofrida
a morte da miseria
morte miseravel
vida insuportavel.
domingo, 19 de dezembro de 2010
solidão
o sangue que escorre
escorre na janela
do apartamento
coagula no chão
seco dificulta a limpeza
escorre pelas paredes
seca na parede
sangue que correu por suas veias
você era tudo para mim
não sentirei sua falta
não sabia que seria tão bom
foi muito bom
poderia fazer tudo de novo
com uma faca tudoi fica mais divertido
o alcoól toma conta de mim
faço novos amigos.
a faca foi super util
cortei cada pedacinho seu.
cozinhei cada pedacinho como se fosse uma nova receita.
devorei minha ansiedade.
e com um vinho branco fiz ela sumir.
não sobrou nada da minha solidão.
guardo a faca que cortou o vínculo que tinhamos
agora tenho um troféu a ser exibido
não sentirei sua falta.
matei minha solidão.
escorre na janela
do apartamento
coagula no chão
seco dificulta a limpeza
escorre pelas paredes
seca na parede
sangue que correu por suas veias
você era tudo para mim
não sentirei sua falta
não sabia que seria tão bom
foi muito bom
poderia fazer tudo de novo
com uma faca tudoi fica mais divertido
o alcoól toma conta de mim
faço novos amigos.
a faca foi super util
cortei cada pedacinho seu.
cozinhei cada pedacinho como se fosse uma nova receita.
devorei minha ansiedade.
e com um vinho branco fiz ela sumir.
não sobrou nada da minha solidão.
guardo a faca que cortou o vínculo que tinhamos
agora tenho um troféu a ser exibido
não sentirei sua falta.
matei minha solidão.
sentimento
penso em você
o dia todo
todos os momentos
a cada minuto.
doi esconder o que sinto.
o dia passa devagar
as horas são interminaveis
sinto sua falta
sinto medo
medo de alguém descobrir
o que sinto
não quero deixar de sentir
o medo me destroi
me deixa covarde
atacando sem ser atacada
com medo
medo de perder você
sem ter um porquê
só querer você
sem saber porquê
só querer você
o dia todo
todos os momentos
a cada minuto.
doi esconder o que sinto.
o dia passa devagar
as horas são interminaveis
sinto sua falta
sinto medo
medo de alguém descobrir
o que sinto
não quero deixar de sentir
o medo me destroi
me deixa covarde
atacando sem ser atacada
com medo
medo de perder você
sem ter um porquê
só querer você
sem saber porquê
só querer você
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